Cemitérios é um módulo pequeno, e a pergunta "vale a pena informatizar isso?" é legítima. Este texto responde.
Lotes que pertencem a alguém. Sepulturas dentro deles. Um controle de ocupação que precisa estar certo.
É a mesma natureza do cadastro de IPTU — que foi informatizado há vinte anos. O cemitério, na maioria das prefeituras, continua sendo um caderno.
Nenhum desses é um problema de tecnologia. São problemas de registro — e é disso que o módulo trata.
Ir para a tela: Funerárias
Controle de ocupação que não deixa vender duas vezes. Cada lote tem limite físico de sepulturas. O sistema recusa a que não cabe — não é aviso que dá para ignorar.
Registro como documento civil. Nada é apagado. Transferido, exumado ou cremado muda de situação e guarda o histórico: quem, quando, para onde, autorizado por quem.
O módulo não tem cadastro próprio de pessoas nem de empresas. Ele usa os cadastros únicos do município:
O efeito prático: quem já é cidadão do município não precisa ser cadastrado de novo para ser sepultado. E a funerária que já é empresa cadastrada não vira um segundo registro com o nome escrito de outro jeito.
Em software de cemitério isolado, tudo isso é digitado à parte — e é assim que nasce o cadastro duplicado que ninguém consegue reconciliar depois.
Ao efetivar o sepultamento, o falecido é marcado no cadastro único do município: o nome recebe "espólio" e a data do óbito é gravada.
Nenhum sistema de cemitério isolado faz isso, porque para fazê-lo é preciso estar dentro do mesmo sistema que cuida do tributário.
O custo de um lote vendido em duplicidade não é o valor do lote. É:
O controle de ocupação existe para que essa conversa não aconteça.
Uma demonstração com os dados do seu município mostra melhor que qualquer descrição. Sem compromisso.