A unidade de controle interno audita a própria prefeitura: monta um checklist, aplica numa auditoria, aponta irregularidades e cobra providências.
O checklist é copiado para dentro da auditoria, não referenciado.
Um checklist é modelo vivo — ganha item, muda pergunta. Se a auditoria apontasse para ele, revisar o modelo mudaria retroativamente o que foi perguntado numa auditoria já encerrada — e o relatório passaria a responder perguntas que nunca foram feitas.
Com a cópia, o que foi perguntado em março continua sendo o que foi perguntado em março, mesmo que o checklist mude em abril.
Apontar problema e não dizer o que fazer é o que transforma controle interno em burocracia.
O sistema recusa o encerramento enquanto houver apontamento sem providência definida.
A gravidade decide o que vai para o relatório com destaque e o que entra como recomendação:
Achatar os três num só faria o relatório tratar uma sugestão de melhoria e um indício de dano com o mesmo peso — e quem lê para de distinguir.
1 tela — auditorias do controle interno
1 model com 849 linhas
Checklist como modelo, copiado para dentro de cada auditoria
Uma demonstração com os dados do seu município mostra melhor que qualquer descrição. Sem compromisso.