O site da prefeitura é onde o cidadão procura primeiro — e é o que costuma estar mais desatualizado, porque depende de terceiro para publicar qualquer coisa.
O portal terceirizado cria uma dependência que trava a comunicação do município.
Quando o site é de um fornecedor, cada aviso, cada notícia e cada banner viram pedido — e o que é urgente chega depois de deixar de ser.
Aqui a própria equipe de comunicação publica: conteúdos, avisos, banners, galerias e transmissões, sem intermediário.
Agenda do prefeito no site, agenda real no gabinete. Telefone da secretaria no site, telefone que atende é outro.
O portal lê os dados da mesma base dos módulos: a unidade de saúde que aparece no site é a cadastrada na saúde, com o horário que a secretaria mantém.
Portal de órgão público tem exigência de acessibilidade e de seções obrigatórias de transparência. Site feito sob encomenda raramente nasce conforme, e adequar depois custa mais que fazer certo.
Os atalhos da página inicial levam aos serviços que o cidadão de fato usa — segunda via de IPTU, agendamento, protocolo, ouvidoria — e não a um PDF explicando como ir até o balcão.
É a mesma base do aplicativo do cidadão: quem começa no site e termina no app não recomeça o cadastro.
Uma demonstração com os dados do seu município mostra melhor que qualquer descrição. Sem compromisso.